Ironias nossas de cada dia

domingo, 14 de junho de 2009

Oi, meu nome é Stephanie e eu sou linda e absoluta, benhê.

Poisé, velho! Eu simplesmente *adouro quando tenho que engolir tudinho o que andei falando por aí. Dessa vez não foi diferente e não fui só eu quem teve que admitir quesefodeu com o que falou, nãaaaao! Teve mais gentem.


Acompanhei o programa Aprendiz 6 – Universitário e hiperventilei com cada episódio! Meu, que legal. Nunca vi salas de reunião tão *BANG* quanto nessa temporada – acompanho desde o 5... Nunca ri tanto em minha curta vida quanto ri com os participantes deste Aprendiz. Nunca vi tantas gafes cometidas quanto vi neste. Nunca vi tantas caras e bocas quanto neste. Enfim, nunca vi nada igual.


Mas o que maaaaaaaaaais chamou a minha atenção e a da geral foi uma figurinha chamada Stephanie Paris. Não, não é Paris Hilton. Ela era tida como super arrogante, petulante, implicante, purgante e todos os antes que você conhecer. Até os participantes do programa não gostavam dela e falavam super mal pelas costas e pela frente também! ô.O

Inclusive diziam que ela só tinha chegado onde chegou porque foi carregada. Heresia! Acontece que essa garotinha capixaba foi "apenas" F3 galere! Digamos assim que ela chutou várias bundas e calou a boca de MUINTA gente.



Arrogante, eeeeeeeeeeeeeeu???

E *comentário-muito-ú-teu para a sociedade* ela tinha uma mania do cacete compulsiva de escrever durante as salas de reunião. Podia ter alguém falando mal dela, ela ficava com uma cara de quem estava PUTÍSSIMA DA VIDA e de quem não toma Activia pela manhã muito brava, mas não parava de escrever! Segundo a própria, eram anotações de tudo o que Robertinho falava, porque ele dava verdadeiras aulas em cada sala e não era nenhuma terapia pra não esmurrar pessoas ali ou coisa do tipo para controlar ansiedade, nervosismo, ataques de raiva, etc etc etc...



Seu dispensável, vou queimá-lo com meu olhar with lasers: tchum-tchum

Bom, com o decorrer do programa, essa imagem de bruxa pessoa não muito carismática dela foi sendo desfeita e todos começamos a ver que ela era na real uma pessoa boa e que sorria e chorava! Paraaaaaa tudo! Foi isso meshmo que você leu: Stephanie ri e chora. Serião. Momento master foi quando a vovó dela foi visitá-la como recompensa de tarefinha bem feita e a mona foi aos prantos. Até eu chorei quando vi, zentchi. Foi muito guti-guti. Ówn!



Oi, genteeeeem! Eu também sei rir!

Entonces, chega a prova mais tenebrosa, mais difícil, mais foda, mais do caralho desafiadora do programa [foi anunciado assim pelo Robertinho, juro!]... a prova do Chile. Largaram as mina no deserto e mandaram elas vortá pro Brazuca o mais rápido possiver [*risadas mortais mode on] De que jeito? Elas mesmas tinham que dar o seu jeito. Como a Stephanie-Cross-Fox (entenda aqui) é o assunto deste post, vou me restringir a ela. Sinceramente, fiquei com pena. Como deixei claro no início deste post, nunca simpatizei muito com a Stephanieeezinha como profissional (mas ela tem seu lado bom: é headstrong e tinha um olhar with lasers na sala de reunião), só que dessa vez ela foi bem superior à Karina – pessoa extremamente malvadoza que pegou a vaga de finalista e tirou o sonho da Steph. *Um minuto de silêncio, por favor*. A menina aceitou riscos, acreditou num potencial ajudador, pulou pelo mapa da América do Sul igual uma perereca no brejo, passou bem mais apertos e ainda assim chegou mais de um dia antes da Karina!!! Esta comprou a passagem de ônibus, puxou uma mantinha da viação Bon Voyage, tomou um dramin e veio dormindo a viagem toda... e ainda assim foi pra final com a Marina Erthal!

Vi esse resultado meio que como o conto da lebre e da tartaruga. A tartaruga, devagar e sempre, demorou horrores pra chegar no destino, mas o fez e ganhou a competição. Já a lebre tinha a superioridade física (no caso, o perfil ousado), chegou perto e ainda assim tomou no coo.

Me compadeci com a Steph... e mudei muito minha opinião sobre ela. O que aconteceu com a grande maioria da galere.



Depois disso, nunca mais voltarei a sorrir. Ohhhh vida cruel!


E só agora chegamos onde eu quero chegar. Ufaaaaaaaaaaaaa!


*Alguém ainda comigo?


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Ironicamente, Stephanie demonstra ser uma das mais simpáticas de todos os participantes. Pra vocês terem uma noção, ela me adicionou e conversou comigo numa boa apesar de eu ter confessado que não ia muito com a cara dela no programa. hohoho

Responde perguntas na comunidade dela, marca Orkontros... poisé... Quem diria, não? A galere que já curtia ela, tá curtindo mais ainda. Fizeram site pra ela, não é aquele site profissionalzão, mas beleza! Tem homenagem no YouTube pra moçoila, esta eu faço questão de postar, pois a Jenny fez um belíssimo trabalho. Chorei osseaaaaaanos assistindo.



A conclusão é:
JAMAIS, NUNCA, EM HIPÓTESE ALGUMA NA SUA VIDA julgue um ser humano por aquilo que você vê através de um caixote chamado televisão. Fica meu pedido de desculpas público.

De cara nova!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

O Vô Te Contar está de cara nova. Mudanças estão sendo feitas, vamos ver no que vai dar!

Vamos botá esse trem pra funcionar direito! _o/

A vaca foi pro brejo...

...e minha campanha também.

É... falhou. Como eu já presumia, minha campanha não surtiu o efeito que eu esperava. Se bem que é aceitável. Sabe, existem coisas que não se explicam de jeito nenhum. Você procura mil saídas e quando dá por si, está no mesmo lugar. Aprendi uma coisa, existem verdades que podem ser omitidas. Existem coisas que não fazem o menor sentido de serem ditas. E existem decisões fatais. A minha foi fatal. Digamos que eu, uma pessoa de poucos amigos, faz uma amizade virtual muito valoroza, mas que começou com leves erros e que foram aprofundados até que todo o controle da situação foi perdido. Não vou entrar em detalhes aqui. A história é longa e, dito de qualquer jeito, interpretações errôneas surgirão. Quero evitar mais constrangimentos. A verdade é que hoje sei melhor do nunca o quanto é horrível a sensação de ser mal interpretada, incompreendida. E o pior, não posso fazer nada para reverter o quadro. Estou triste por isso. Triste por transmitir uma imagem tão ruim e por saber que pude ter sido cruel com alguém que foi tão legal comigo. Gostaria de mudar tudo, mas não posso. Só me resta cuidar para que isso jamais se repita e aprender com tudo. Há muito a ser tirado como lição.

Estou em campanha!

domingo, 3 de maio de 2009

Queridos do meu Brasil varonil, é isso aí! Voltamos em campanha.

Qualé a campanha, você pergunta. E eu respondo:

Campanha: "Luciana, fala com a Scherow!"

A campanha é super-séria e tem como objetivo fazer com que a senhorita Luciana Sabbag converse comigo. Será algo assim digno de um milagre, mash como eu creio piamente na existência deles, acredito que dona Luciana falará comigo. [/duvidasmeassolam.com.br]

Por quê? Mistéeeeeeeeeeeeeerio.

Assunto muito sério. Tanto é que uma cidade todinha tá implorando pelo amor de Lourdes Maria que a moçoila fale comigo. O povo se empenhou geral. É gente pedindo de tudo quanto é jeito e embarcando de cabeça na campanha. Namoral, tô até emocionada com a solidariedade dos meus conterrâneos. Gente que nem me conhece e me ajudando desse jeito... [Scherow aos prantos mode on)

AAAAAAAAAAAh, Tia Lu, fale comigo? Per favore, sim?

Se você acha que dona Lu deve falar comigo (mesmo sem saber por que e sem entender patavinas), ajude nesta campanha.

Veja o vídeo super bacanudo da campanha:

Renascendo

Caraca! Perdi as contas de quantas vezes deletei o Vô Te Contar e cancelei a deleção.

Muito bem, sinal de que o Vô Te Contar veio pra ficar e volta renascido das cinzas. (Ui!)

Êeeeeeeeeeee! =D

Odeio fazer aniversário – a partir de agora!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Adorei a cara do cara do dia 28! Exatamente a minha.

Mais um 28 de janeiro. Agora tenho 19 anos.

Acordei com minha pressão lá embaixo. Estava quase desmaiando, com dor de cabeça. Aí, depois de uns 30 minutos, passou. Dããã! Nem passar mal direito eu sei!

Hoje é meu aniversário.

Olha a minha cara de felicidade (idêntica a cara do cara do dia 28)... humpf!

Estou achando uma GRANDE MERDA!

Primeiro, não tenho motivo nenhum para comemorar. Segundo, não acho que ficar mais velha seja algo divertido. Terceiro, hoje será um dia tão comum como qualquer outro – com uma pequena diferença...

A diferença de hoje para os meus outros 18 aniversários é que surpreendi a todos com meu mau humor, minha estupidez, meu sarcasmo e minha total insensibilidade. Não vou ficar em casa. Não vou ficar com minha família. Hoje não. Ficarei em qualquer lugar, de menos em casa.

Encomendaram um bolo e salgados. Todo ano fazem isso. Hoje, porém, será um aniversário com bolo e salgados, mas sem a aniversariante. hohoho

Acho que sou a maldade personificada... inhem... =(

Estão todos boquiabertos. Sem entender nada. Mas ninguém perguntou o que eu quero ganhar. Se tivessem perguntado, nada disso teria acontecido. Aniversário não é só comida, merda!

E se tivessem perguntado o que eu queria também, ouviriam simplesmente isso: nada. Não quero nada. Só quero que me deixem sozinha. Não exijam minha presença nem minha atenção. Não me parece algo caro nem tão difícil de dar a alguém.

A verdade é que ninguém se importa. Pois bem, também não me importo. Estou dando de ombros para tudo e para todos. Sei que o que fiz não é legal. Mas não estou sentindo nem uma cócega sequer de arrependimento.

Porcaria de 19 anos! Inferno! Não acho a menor graça em fazer aniversário, não mais. E não vejo o menor sentido em dar os parabéns a alguém por estar fazendo aniversário. Para quê? Por ter sobrevivido mais um ano? E daí? Muita gente consegue isso. E mais. Parabéns só deve ser dado quando alguém faz algo tão bom que esteja fora do comum, por isso merece ser parabenizado. Logo se viver mais um ano é tão comum e tanta gente faz isso, o parabéns não faz o menor sentido.

No Orkut chegarão cerca de 30 ou 40 recadinhos de parabéns para mim dos meus 185 amigos. É mais fácil mandar scrap que fazer qualquer outra coisa mais....

PS: Caso você tenha se lembrado do meu aniversário, esqueça. Porque eu mesma quero esquecer e não quero receber nada. Ah, e se por acaso resolver vir aqui em casa, não irá me encontrar.

Fabio Sabag – Uma vida sob holofotes

sábado, 17 de janeiro de 2009


Finalmente li o livro da Luciana Sabbag, a dona de um dos blogs superindicados pelo Vô Te Contar. Vou dizer uma coisa. Senti-me tão bem guiada pela história do Sabag! O texto é simples e muito agradável de ser lido. Para ser mais específica, a leitura se assemelha a você se sentar numa rodinha para ouvir algumas pessoas falando de uma determinada coisa. Fofocando, proseando, contando casos... Simples assim. Não conseguiu pegar a essência do que falei? Pois bem. Vai um exemplo.

Luciana inicia seu livro exatamente assim:
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- Atenção Senhores Passageiros do vôo 1600, com destino ao Rio de Janeiro: última chamada para o embarque, pelo portão oito. .
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E em menos de uma hora, já estava em terra firme. .
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- Alô, “Seu” Fabio? Cheguei! A que horas podemos nos encontrar? Ah, OK! Combinado! Até logo.
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Sacou agora? É dessa simplicidade e espontaneidade que estou falando. Ela captura o leitor não para uma leitura. Mas para uma conversa. Um bate-papo – muito do agradável, diga-se de passagem. Diria que ela acertou na mosca. Não me lembro de ter lido sobre a história de alguém e ter tido essa mesma sensação. Geralmente, são leituras enfadonhas. Muita informação que, às vezes, se perde. Uma coisa meio enjoativa. Em Fabio Sabag – Uma vida sob holofotes, a autora abre espaço para que outros falem dele (só gente super-deshcolada!). Para que ele mesmo fale. Há muitas fotos interessantes. Isso sem falar que, à medida que vamos conhecendo quem é Fabio Sabag, vamos sendo introduzidos na época em que ele viveu. Há uma linha do tempo que segue paralelamente, deixando-nos a par dos acontecimentos no país nessa mesma época.

A biografia de Sabag me leva a crer que é um documento histórico e não apenas um livro. Fiquei impressionada com sua história. Fiquei mais impressionada ainda ao saber que ele faleceu muito recentemente, no último 31 de dezembro e pouca atenção foi dada ao fato. Deixar esquecido alguém que teve a importância e influência que Sabag teve na arte e na cultura do país, parece uma piada de muito mau gosto.

É de sentir pena. Pena de quem não se deu conta. Pena de quem não conheceu ou não reconheceu. Pena da memória tão curta de um povo. E quantas e quantas outras histórias vão caindo no esquecimento...

Tomara que sempre apareçam mais Lucianas Sabbags por aí com a mesma determinação e sensibilidade para tomar conhecimento de fatos tão importantes e não deixá-los esquecidos, não sabê-los só para si. Mas fazer a gentileza de nos contar e deixar que seus leitores tenham exatamente a sensação que ela descreve ter:

“Sinto muito por não ter nascido antes e não ter acompanhado esse magnífico trabalho.”

Que oportunidade eu tive! Sinto-me muito satisfeita e muito feliz em ter conhecido Fabio Sabag, ainda que através de sua biografia. Pessoalmente, foi-me de grande importância ter lido sobre sua história e visto tantos exemplos de garra, dedicação, perseverança. Fiquei confortada e encorajada já que, atualmente, vivo um momento conturbado onde a palavra perseverança tem-se ausentado do meu vocabulário.

Obra-prima! Se eu fosse você, eu também leria. Uma leitura altamente recomendada.

Veja o vídeo onde Luciana Sabbag deixa entender o porquê da escolha do título para a biografia e disponibiliza fotos de momentos marcantes da vida pessoal e profissional de Fabio Sabag.




Mais informações sobre o livro no blog do mesmo.

Receita de Ano Novo, por Drummond

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Ele chegou! Um ano novinho, novinho!
Que você tome vergonha na cara e faça por onde para ter um ano realmente novo. ahahahaha

Melhores palavras que estas - do poema de Drummond, eu não tenho.
Tenha um belíssimo 2009!

Receita de Ano Novo – Carlos Drummond de Andrade

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
Não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens? passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquiva-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudam
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano-Novo
cochila e espera desde sempre.

A Derradeira Parte | Cegonha desgraçada!

domingo, 28 de dezembro de 2008

Toma que o filho é teu!
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Finalizando Uma garota, uma vida e pedacinhos de uma história.
Reflexionando profundamente sobre minha vida cheguei a uma reveladora conclusão. A cegonha que me trouxe, deixou-me no lugar e hora errados. De boa, nunca vi alguém estar tão fora de rumo e sem lugar quanto eu.

Primeiro, estudo até enjoar pra ficar paradona. Faço um curso profissionalizante que não me profissionalizou porque nada tem a ver comigo – embora jamais me arrependo de tê-lo feito, porque apesar dos pesares, aprendi muito ali e foi-me acrescentada muita coisa.

E o que mais me irrita. Na minha região o que mais dá emprego é a área de mineração que envolve toda essa chatice do caralho que quero distância competência que não tem nada a ver comigo. Torço o nariz pra tudo isso.

Eu tenho 18 anos nas costas e não faço absolutamente nada. Não faço a menor idéia do que fazer. Na verdade, até faço. Mas não me atrevo a dizê-la. Não posso. Não faz o menor sentido por aqui. Quero ir embora daqui! Alguém me carreuga, peloamorde!

Aí, do que adianta estudar se a cegonha faz uma puta sacanagem dessas com você? De nada, honey. Não adianta de nada. Você se ferrou! Simples assim.

O que resta a fazer é você criar vergonha nessa sua cara, arranjar um emprego e parar com essa de “vou seguir meu sonho”. Não funciona, benhê. Acredite. Acorde antes de cair da cama.


Uma pessoa que ainda está atrás do seu sonho...
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O que eu sei fazer? Bom, eu sei ler e escrever. Tem um emprego pra mim aí? Requisitos necessários: bom salário, pouco serviço e um status de deixar todos morrendo de inveja de minha pessoa. Caro leitor, caso você queira me contratar, contate-me. Prometo analisar sua proposta com carinho.

Uma pequena pausa

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Antes de postar a última parte - sim, só falta mais uma, vou postar um vídeo muito interessante que achei essa semana. É da gravação do CD dos Filhos do Homem. A música Estou Só. Que é linda! Eu amo essa música. Esse povo canta muito, viu!

Escute aí: